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Especial Unifor 40 anos - Depoimentos, com Nise Sanford

228_niseNise Sanford
Coordenadora do Núcleo de Avaliação Institucional e professora do CCT há 35 anos.

Meu início na Unifor foi como aluna. Fiz o vestibular de 1974. Cursei Engenharia Civil e, quando estava para terminar meu curso, fui convidada, juntamente com alguns colegas, a lecionar. Fui para o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e de Hidráulica e até hoje dou aula nessa área. Fiz mestrado posteriormente. De lá para cá, um amor incondicional cresceu pela Universidade. Em 1983, fui coordenadora do curso de Engenharia Civil, onde fiquei até 1989. Depois passei para a diretoria do Centro de Ciências Tecnológicas (CCT) e em 2000 fui para a Divisão de Assuntos Estudantis (DAE). Este ano cheguei ao Núcleo de Avaliação Institucional (NAI).

Tenho lembranças maravilhosas como aluna. Embora a Universidade fosse semestral, o vestibular acontecia uma vez por ano. Só em 1976 começou a haver vestibular semestral. Isso tornava a turma mais coesa. A gente tinha grupos de estudos, os colegas se reuniam no campus, era muito interessante.

Engenharia só existia na Federal e aqui na Unifor. Todos os meus colegas se sentiam bem aqui, gostávamos demais dos professores. Eles são unânimes ao dizer que gostaram muito do curso e que hoje estão bem. A Universidade proveu para eles uma excelente formação. A Unifor tem essa magia, tem um ambiente muito bom. Até os colegas de outras universidades realçam isso.

A gente tem que tirar o chapéu para a Unifor. A Fundação investe magnificamente no campus, em equipamentos, na capacitação dos docentes. Já no início da década de 1970, a Unifor se preocupava com a capacitação docente. Ela ofertou naquela época cursos de especialização na área de docência do ensino superior, em metodologia científica. Era uma época em que não havia com tanta facilidade os mestrados, então a especialização dava um upgrade considerável. Aqui mesmo no estado não havia mestrado na área de engenharia.

No início, as salas eram muito simples, com telhas de amianto, quentíssimas. Os blocos já tinham rampa, mas não tinham forro. Por volta de 1980 foi que começaram a colocar os forros para diminuir a insolação devido às telhas de amianto. Os laboratórios foram ampliados. Nas décadas de 1980, 1990, a Universidade Federal, por exemplo, não tinha esses laboratórios. Alunos de lá, principalmente de Engenharia Elétrica, vinham fazer as aulas práticas de laboratório aqui.

Estudei na Unifor, e isso me faz sentir um amor por este local. Tive excelentes professores e um ambiente maravilhoso que tem sido replicado durante toda a minha vida acadêmica como docente. Tenho colegas maravilhosos e encontro apoio em todos os níveis. Isso é muito importante.

Testemunhar o crescimento da Universidade e fazer parte deste crescimento fazem a gente realmente se apegar. Eu gosto de dar aula, e até brinco: “Não sei se os meninos gostam da minha aula, mas eu gosto de dar aula”(risos).

Ter a oportunidade de assumir outros cargos dá uma visão mais ampla da estrutura da Universidade. Isso enriquece muito, pois você vê o lado do aluno e do professor, que são as peças fundamentais daqui. São muitas vitórias. Algumas pedrinhas aparecem no caminhos, mas tudo sendo contornado. O chanceler Airton Queiroz realmente investiu, e a gente vê que ele continua a investir, assim como os gestores, que foram e são pessoas decisivas na trajetória da Unifor. A gente observa que todos estão comprometidos com a Instituição.

 

Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 228

 

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