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O Nati na história da Universidade

223unifornoticias_14O Núcleo de Aplicação em Tecnologia da Informação, criado em 2002, é um projeto vinculado à Reitoria da Unifor, cuja finalidade principal é fornecer interação entre conhecimento teórico e aplicação prática por parte dos alunos de diversos cursos de graduação. É também o local onde se facilita a relação universidade e mercado de trabalho, através de projetos desenvolvidos em parceria com empresas de diferentes ramos.

Para o setor nascer e se estruturar da forma que é hoje, ele passou por várias mudanças e teve de acompanhar as demandas e inovações ao longo do tempo, como nos conta o diretor geral do Nati, Antonio Roosevelt Chaves.

“O chanceler me pediu um projeto para alavancar a área de informática da Universidade. Havia uma perda de sinergia muito alta de gente que estudava informática, mas não se decidia por qual área atuar. No início, construímos uma empresa virtual com células simuladoras dos problemas administrativos das organizações. Depois convidamos 12 empresas, como IBM e Teleceará, para dentro da Universidade, colocando o aluno na prática real. Em 2006, o Nati passou a operar através da Lei de Incentivo à Informática, fazendo parcerias com empresas. Em 2010, o Nati incorporou os trabalhos da então Gerência de Tecnologia da Informação (GTI), que desenvolvia e monitorava os projetos internos da Universidade. Outro ponto forte do setor foi a estruturação recente do Data Center, local onde se encontram de forma segura e confiável todas as informações da Instituição. Além disso, o Nati gerencia a maior cobertura wi-fi do Nordeste, que fica dentro da Unifor”.

O administrador de redes do Nati, Alexandre Bastos, já era técnico do setor na época do surgimento da conexão wi-fi na Unifor e conta que há sete anos a rede virtual praticamente não tinha significado na vida acadêmica. “Em 2005, a Unifor decidiu disponibilizar a rede wi-fi. O Centro de Convivência e a Biblioteca foram os primeiros pontos. Mas naquela época existiam poucos notebooks com placa de wi-fi. Para incentivar, a gente alugava de forma gratuita chips que possibilitavam aos alunos usarem a rede em seus notebooks. Só que depois veio a questão: como cobrir 720 mil m²? Investindo. Atualmente, no horário de pico, por volta das 9 da manhã e 7 da noite, temos cerca de 2.500 conexões simultâneas. São 11 mil dispositivos únicos sem fio que passam pelo campus por dia. Nossa rede sem fio é a melhor da região. Às vezes, a rede fica lenta por causa da demanda, e não por problemas técnicos. E há um excesso de zelo porque a gente sabe a importância do wi-fi para a sala de aula e do seu uso como ferramenta de apoio à educação”.

Depoimentos

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“A TI está presente em todas as áreas da Universidade, desde os sistemas voltados para a educação até a parte administrativa. Nas atividades do EPJ, Nami e Nead, por exemplo, há uma presença muito forte na área de TI. Os investimentos só fazem sentido se são aplicados em serviços que beneficiam a comunidade universitária: ingresso na Universidade, Unifor Online, redes sem fio, TV Unifor via internet, biblioteca, etc. E o Nati só faz sentido com a participação dos demais setores da Universidade, que nos passam suas demandas de TI.”

José Raimundo M. Miranda,
gerente de TI do Nati.

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“Atuo no projeto de desenvolvimento do Unifor Online, melhorando o site da Unifor e buscando incrementar novas funcionalidades ao sistema. É um site funcional que auxilia na organização e coordenação da Instituição. O site é usado para o professor fazer chamada, registar nota, e o aluno também faz uso do sistema. Aqui foi meu primeiro contato com o mundo do mercado de trabalho. Aplico muito o que aprendo em sala de aula”.

Thayse Maia Alencar, programadora. Entrou no Nati como estagiária e foi efetivada neste ano. É aluna do 7º semestre do curso de Ciência da Computação.

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“Meu trabalho é no Unifor Online, mas participo também de alguns projetos externos como programador. Cada projeto é uma tecnologia nova, e desenvolvê-los ajuda bastante nos meus estudos. Às vezes tínhamos uma cadeira difícil, mas que acabava se tornando mais fácil pela experiência do estágio no Nati. O Nati nos prepara muito bem porque a gente trabalha e está alinhado com as novas tecnologias do mercado, ganhando excelentes conhecimentos.”

Victor Anayton Lopes, programador. Entrou no Nati como estagiário em 2008 e foi efetivado em 2010. Está no penúltimo semestre do curso de Ciência da Computação.




Veja também
> Desenvolvendo projetos de TI
> Empresas parceiras do Nati

 

Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 223

 

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