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Movimento Doe de Coração chega à sua 10ª edição

Fundação Edson Queiroz promove pelo 10º ano consecutivo campanha de conscientização e comemora o aumento do número de doações de órgãos e transplantes no estado.

 

Doar órgãos é um ato de solidariedade. É também quebrar barreiras do preconceito e amar anonimamente. É dar chance e alegria aos que lutam pelo recomeço de sua vida. Pensando nestes e em vários outros pontos relacionados à doação de órgãos, a Fundação Edson Queiroz lançou o movimento Doe de Coração, que fomenta a conscientização pela doação voluntária de órgãos no Ceará. Neste ano, o movimento chega à sua 10ª edição.

 

Realizada todo mês de setembro, a campanha sensibiliza a sociedade sobre a temática através de anúncios em veículos de comunicação, distribuição de cartilhas, cartazes e camisas. Há ainda a mobilização realizada em hospitais públicos e privados, clínicas, escolas, no Sistema Verdes Mares, na Unifor e em outras grandes entidades.

 

O movimento comemora, ao longo dos 10 anos, bons resultados. Em 2003, ano do início da campanha, o total de doações foi 41% maior que em 2002. No ano passado, foram realizados 1.297 transplantes de rins, coração, fígado, córneas e esclera (parte branca do olho), 48% a mais que 2010. Atualmente, o estado ocupa o 2º lugar no ranking do país em número de doações, sendo o primeiro em doação de fígado e de transplantes de coração. Os dados são da Secretaria de Saúde do Estado.

 

“O principal mérito do movimento Doe de Coração é superar-se desde seu início, em setembro de 2003. Após avaliar os resultados de cada edição, ficamos felizes com o crescimento do número de transplantes, mas nunca nos damos por satisfeitos e sempre conseguimos, no ano seguinte, melhorar o índice excepcional de pessoas beneficiadas. A conscientização para o tema é de alta relevância para toda a sociedade e deve ter continuidade permanente”, afirma o presidente da Fundação Edson Queiroz e chanceler da Unifor, Airton Queiroz.

 

“O Doe de Coração cresce na mesma medida do aumento do número de transplantes de órgãos realizados no Ceará, que hoje é referência nacional no assunto. Esse é nosso maior prêmio e principal incentivo, mais do que os vários reconhecimentos locais e nacionais que temos conquistado. Esta edição, por ser a 10ª, terá uma importância ainda maior”, acrescenta o coordenador da campanha e assessor de comunicação e marketing da Unifor, Anderson Chaves.

 

A coordenadora da Central de Transplantes do Estado, médica Eliana Barbosa, compartilha as avaliações. Ela diz acreditar que os avanços obtidos na doação e transplantes de órgãos foram influenciados pelo movimento Doe de Coração. “A campanha é muito ampla e possui material com informações claras sobre todos os passos necessários para a doação, tirando as principais dúvidas da população sobre o assunto. E as palestras que a Universidade ao longo do ano realiza fazem também a diferença e têm contribuído para esse aumento no número de doadores”.

 

“Essa campanha é de extrema importância para a população, em especial para aqueles que necessitam de um órgão para sobreviver. À medida que mais pessoas conhecem e participam do movimento, o número de doadores cresce, o que já pode ser observado. Ademais, o esclarecimento realizado nesse período tem trazido muitos benefícios para toda a sociedade”, comenta a reitora Fátima Veras.

 

O Ministério da Saúde afirma que o passo principal para você se tornar um doador é conversar com sua família e deixar claro seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. A doação de órgãos pode ocorrer a partir do momento da constatação da morte encefálica. Em alguns casos, a doação em vida também pode ser realizada.

 

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Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 222

 

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