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Conhecendo a Unifor

Projeto abre as portas da Universidade a jovens de 3º ano para mostrar o potencial de sua estrutura e a excelência de ensino. Cerca de 12 mil alunos participaram do programa ao longo dos quase 10 anos de seu funcionamento.

 

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Jair Ferreira, assistente administrativo da Assessoria
de Comunicação e Marketing, com alunos visitantes
do projeto Conhecendo a Unifor.

Por ano, cerca de 1.700 estudantes do 3º ano do ensino médio de escolas públicas e privadas participam de visitas guiadas ao campus da Universidade de Fortaleza. As visitas fazem parte do projeto Conhecendo a Unifor e são direcionadas ao Núcleo de Atenção Médica Integrada (Nami) e às várias localidades do campus. O objetivo é mostrar a estrutura e falar sobre a qualidade de ensino da instituição.

 

“A ideia é aproximar o potencial aluno. Os jovens vivem a realidade de uma universidade por um dia no nosso campus, que é bem diferente da realidade de um colégio. Na universidade, ele tem uma gama de oportunidades que modificam o conceito deles do local onde se estuda e da forma de se estudar. O ganho institucional da marca é grande e é um catalisador para a escolha deles. É uma ação de marketing de experiência que está fazendo a diferença”, afirma o assessor de Comunicação e Marketing da Unifor, Anderson Chaves.

 

O projeto funciona desde 2002 e suas atividades se concentram nos meses de março a junho e de agosto a dezembro. As visitas têm duração média de três horas e são realizadas às quartas e sexta-feiras. “Os grupos têm em média 40 pessoas. Adoro acompanhar os estudantes, eles ficam encantados com os laboratórios, os equipamentos. Vários deles depois se tornam alunos da Unifor. De vez em quando, me encontro com um pelo campus”, observa o assistente administrativo da Assessoria de Comunicação e Marketing da Unifor, Jair Ferreira, responsável há três anos por ciceronear os visitantes.

 

A programação inclui conhecer a Reitoria, a Biblioteca, o Parque Desportivo, o Escritório de Prática Jurídica, a Clínica Odontológica e passar pelas dependências de algumas salas de aula e laboratórios, como o de Engenharia Mecânica, o estúdio de TV e a sala de governança e assepsia em hotel. Os estudantes são recepcionados por responsáveis de diferentes setores, que falam sobre algumas profissões específicas e respondem às suas indagações e curiosidades.

 

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Rosângela Gama, assistente social do Nami, faz explicações
a alunas técnicas de enfermagem da Escola Estadual de
Educação Profissional Governador Luiz de Gonzaga Fonseca
Mota, de Maracanaú, durante visita ao Nami.

No Nami, a visita inclui os setores de Ambulatório, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Psicologia, Terapia Ocupacional e Medicina, além da Academia de Ginástica. “O que chama muito a atenção deles é a estrutura, a organização e a limpeza do ambiente. Eles também veem aqui como uma possibilidade de trabalho”, comenta Rosângela Gama, assistente social do Nami.

 

“Foi superimportante eles terem contato com um serviço de saúde. Acho que a visita contribuiu para o desenvolvimento deles e para a escolha de seus cursos”, avalia a professora da Escola Estadual de Educação Profissional Governador Luiz de Gonzaga Fonseca Mota, Maracanaú, Maria da Glória Araújo Costa. 50 estudantes da escola participaram do projeto em maio.

 

Projeto Conhecendo a Unifor. Visitas ao campus e ao Nami da Unifor para alunos que estejam no terceiro ano do ensino médio. Agendamento: 3477.3032, com Jair Ferreira.

 


 

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“A visita ao campus empolga a gente. Tenho colegas que não pretendem continuar os estudos, fazer uma faculdade. Se tivessem vindo, talvez tivessem mudado de opinião. O que eu mais gostei foi a simpatia dos professores. É um lugar bem receptivo. Quero fazer o curso de Fonoaudiologia”.

 

Géssica de Almeida Lima, 17, aluna da Escola do Ensino Fundamental e Médio Tenente Mario Lima.

 

 

 

 

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“É um mundo novo. Foi muito estimulante. A gente descobre novas coisas, as pessoas são muito simpáticas. Eu estava esperando uma aula e foi realmente uma visita, e foi bem dinâmica. Estou entre Enfermagem e Medicina. Sei que quero ter contato direto com o paciente”.

 

Iana de Araújo, 16, aluna da Escola Estadual de Educação Profissional Governador Luiz de Gonzaga Fonseca Mota, Maracanaú.

 

 

 

Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 219

 

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