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Gráfica Unifor faz uso de nova tecnologia

Parque gráfico opera com novo equipamento, que reduz custos, aumenta a produtividade do setor e ainda é ecologicamente correto.


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O chefe da Gráfica, Francisco Roberto da Silva,
mostra a facilidade de se colocar uma chapa
no novo equipamento.

A Gráfica Unifor adquiriu recentemente um novo equipamento para o seu parque gráfico. A nova tecnologia, chamada CTP térmico (computer transfer plate), vai acelerar a produtividade, reduzir custos e ainda beneficiar a natureza.

 

“No sistema antigo, CTP violeta convencional, a gravação da chapa e a revelação do material eram feitas através dos químicos. O antigo modelo usava em média um litro de químicos por dia. Agora eles não são mais necessários”, explica o chefe da Gráfica, Francisco Roberto da Silva.

 

Os produtos químicos igualmente representavam custos, e a redução deles veio também com as chapas usadas no novo sistema. Segundo o chefe da Gráfica, além de 30% mais baratas, elas não precisam ficar acondicionadas em uma sala refrigerada 24 horas como as antigas. “Há uma economia energética”, pondera. O valor da máquina foi de 230 mil reais. A expectativa é que o investimento seja recompensado em três anos.

 

A nova tecnologia permite que o material seja transferido do computador diretamente para a chapa, atingindo outro ponto crucial em qualquer setor: a produtividade, que, no caso, praticamente dobrou. O processo anterior imprimia 15 chapas por hora; agora é possível imprimir até 30. “Aqui imprimimos tudo relativo à Unifor: folders, materiais de sala de aula, cartazes, livros de professores. Vai do bloco de notas até os catálogos das exposições que a Universidade sedia. O volume mensal é de cerca de 1 milhão de impressos e são usados quase 100 mil folhas de 66 x 96cm por mês. O jornal Unifor Notícias, por exemplo, consome cerca de 12 mil folhas”, acrescenta.

 

O parque gráfico está localizado ao lado do refeitório do campus. Atualmente, 25 pessoas trabalham na Gráfica, que se divide em três categorias: reprografia, gráfica rápida e plana convencional.

 

No seu início, a Gráfica Unifor operava na sala 4 do bloco N e tinha três profissionais. “Em 1978, fui chamado para fazer a instalação de uma máquina e dar treinamento em impressão off-set. Eles utilizavam a mimiografia. Na época, o off-set era muito evoluído tecnologicamente e o pessoal da gráfica não quis se aprimorar. Então, o reitor da época, prof. Antero Coelho, fez o convite para eu assumir. A Universidade foi crescendo e fomos fazendo os projetos para a evolução tecnológica da Gráfica, sempre com o apoio da Instituição”, conta Roberto.

 

 

Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 218

 

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