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Unifor inicia as comemorações do seu 40º aniversário

E celebra, entre outras conquistas, a história de gerações que passaram pela Universidade de Fortaleza. Conheça dois casos em que a história da Instituição se reflete nas vidas familiares.

 

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Família dos professores Otávio e Emília de Castro, que
se conheceram na Unifor. Da esquerda para a direita:
Carolina, Juliana, Otávio, Emília e Natanael.

No último dia 21 de março, a Universidade de Fortaleza adentrou nas comemorações dos 40 anos de sua fundação. Durante suas quase quatro décadas de existência, mais de 70 mil profissionais foram graduados. A Universidade também teve papel importante na formação de famílias e acompanhou gerações de outras que passaram por aqui. São vidas refletidas na história da Instituição.

 

A família da professora Emília de Castro, por exemplo, retrata bem o primeiro caso.

 

Na Unifor, quando iniciou Engenharia Civil, ela conheceu Otávio, que depois veio a ser seu marido. Ambos foram alunos da primeira turma do curso em 1973. “Na época, a Unifor foi uma oportunidade enorme para aqueles que queriam fazer Engenharia Civil, já que só havia na UFC. E o curso abriu uma oportunidade de emprego, pois a Unifor privilegia seus ex-alunos”, diz fazendo referência ao fato de trabalharem na Universidade desde que se formaram. Otávio começou a trabalhar em 1978 e ela em 1982. Os três filhos do casal também são formados pela Unifor: Carolina fez Publicidade e Propaganda, Jornalismo e mestrado em Psicologia; Juliana fez Direito e trabalha como advogada auxiliar no Escritório de Prática Jurídica; e Natanael se formou em Ciência da Computação e é mestrando em Informática Aplicada. “A Universidade mudou toda a minha vida. Quando terminei a graduação, fui convidado a assumir uma cadeira e daí para frente dei prosseguimento à carreira acadêmica. Estou na Unifor há 34 anos e fico feliz que meus filhos tenham terminado seus estudos aqui”, diz Otávio de Castro.

 

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Família de José Maria Martins Mendes, que tem três gerações
com histórias de vida na Unifor.  Da esquerda para a direita:
Ricardo, Ana Amélia, José Maria, Cláudia, André e Viviane.

A família de José Maria Martins Mendes retrata bem o segundo caso. Três gerações de sua família passaram por aqui. Ele foi aluno da primeira turma do curso de Ciências Contábeis. A esposa, Ana Amélia, da segunda. Os quatro filhos do casal – Márcia, Roberto, Cláudia e Ricardo – também se formaram na Universidade. Mas o que eles não previram foi ver seus três netos também seguirem os mesmos passos: Ana Maria é formada em Publicidade e Propaganda, André está no quarto semestre do mesmo curso e Viviane faz Arquitetura e Urbanismo. “Muito do que nós construímos devemos ao empreendedor Edson Queiroz e à Unifor”, afirma Ana Amélia.

 

“A experiência como aluno foi muito interessante. Os alunos dessa primeira turma eram chamados de ‘os cotonetes’. Muitos já eram técnicos da área ou tinham outra formação acadêmica. Era nas aulas que a gente via a base científica do que a gente fazia. A maioria dos professores tinha formação fora do estado ou era militante da área, como auditores da Receita Federal e colaboradores das maiores indústrias do Ceará”, conta José Maria, que depois de se formar, em 1976, virou professor do curso, chefe de departamento, coordenador, diretor do Centro de Ciências Administrativas e assumiu funções especiais junto à Reitoria da Unifor. “Edson Queiroz era uma pessoa de visão futura. Ele criou uma indústria de talentos inalienáveis. O capital intelectual é o melhor produto. Eu tenho gratidão por ter participado de uma empresa criada por essa família”.

 

VOLTA AO PASSADO

 

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Nas fotos, eventos comemorativos à abertura oficial
da Universidade, em 21 de março de 1973

 

 


Em discurso na abertura oficial das atividades do campus da Unifor, o chanceler Edson Queiroz bradou: “Acreditamos que, para o Nordeste, a educação é gênero de primeira necessidade e investimento prioritário. Não é forçoso que à pobreza da terra se conjugue a indigência cultural. A ciência e a tecnologia poderão vencer um círculo vicioso que se eterniza por incapacidade e comodismo”. As palavras foram proferidas para os 1.270 alunos, que iniciavam suas atividades nos 17 cursos ofertados pela Universidade de Fortaleza na época, e para empresários, autoridades militares, eclesiásticas e pessoas públicas presentes ao evento. Entre elas estavam: o então ministro da educação, Jarbas Passarinho, e o governador do estado, César Cals.



 

 

 

 

 

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Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 217

 

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