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De mente e braços abertos

Campanha Doe de Coração, que está em sua nona edição, mobiliza em prol da doação de tecidos e órgãos em todo o país.

210_doedecoracaoUm gesto de solidariedade. Uma ação sem preconceito. Uma vida resgatada. A doação de tecidos e órgãos dá chance aos que precisam de transplante e enche famílias de esperança. A campanha Doe de Coração, realizada pela Fundação Edson Queiroz, vem há nove anos consecutivos levantando a bandeira em favor da doação voluntária de órgãos e de combate ao preconceito que envolve o ato.

Durante o mês de setembro, a campanha se utiliza de diferentes meios de comunicação para sensibilizar a sociedade. O investimento total é da ordem de 500 mil reais por ano. São anúncios de jornal e em TV, distribuição de cartilhas, cartazes e camisas. A mobilização também é realizada em hospitais, clínicas, escolas e estabelecimentos comerciais. Vale tudo para disseminar a mensagem de esperança de vida, afirma o presidente da Fundação Edson Queiroz, Airton Queiroz. “Não poupamos esforços e sabemos do alcance das nossas ações em nove anos de campanha”, destaca.

No ano passado, no Ceará, foram realizados 821 transplantes de córneas, rins, coração e fígado. O estado é atualmente o terceiro na doação de órgãos no país. Segundo a diretora geral do Hospital do Coração de Messejana, Socorro Martins, o número de doadores vem aumentando a cada ano. “Sempre que temos campanhas, o número de doadores aumenta”, afirma. O Hospital de Messejana é referência no transplante cardíaco de adultos e crianças, e é também pioneiro no Nordeste em implante de coração artificial (dispositivo de assistência ventricular) e em transplante pulmonar.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde da Unifor, Flávio Ibiapina, a campanha desperta a atenção e amplia a discussão do tema. “Além disso, o movimento Doe de Coração coloca para as instâncias públicas a necessidade de se promover condições necessárias para atender à demanda de transplantes, tanto na melhoria da infraestrutura de hospitais como no investimento cada vez maior de profissionais capacitados”, afirma.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui hoje um dos maiores programas públicos de transplantes de órgãos e tecidos do mundo. O Sistema Nacional de Transplantes está presente em 25 estados e conta com 548 estabelecimentos de saúde e 1.376 equipes médicas autorizadas a realizar transplante.


Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 210


 

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