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Ex-aluno é campeão de jiu-jítsu

212_atletajiujitsuAndré Mateus, ex-aluno e lutador de jiu-jítsu, vai competir pelo bicampeonato na categoria expert no dia 20 nos EUA.

Aluno Unifor se destaca em qualquer área de atuação. É o caso de André Luiz Mateus Costa, egresso dos cursos de Ciências Sociais e Educação Física. Ele conheceu o jiujítsu na Universidade e desde então conquista prêmios com o esporte. No dia 20 deste mês, vai tentar o bicampeonato do maior evento de luta solo norte-americano, o North American Grappling Association (NAGA), em Newark, nos Estados Unidos. No início do ano, André lutou na mesma cidade onde ganhou o cinturão de ouro pela associação americana.

André já foi também professor de lutas na Escola de Esportes da Unifor. “Quando entrei na Universidade, em 1995, fazia karatê. E um colega de sala me apresentou ao jiu-jítsu. Depois eu retornei à Instituição pelo esporte que eu conheci aqui”, ressalta sobre a coincidência.

Atualmente, André dá aulas de jiu-jítsu em três academias de Fortaleza e trabalha no setor de cadastro na diretoria financeira da Nacional Gás, empresa que o patrocina desde 2007. “Agradeço muito à Nacional Gás por continuar me dando a chance de ir a eventos que qualquer atleta gostaria de participar”, afirma.

André foi medalhista de ouro no mundial de jiu-jítsu de 2007 e é o campeão atual da Federação de Jiu-Jítsu do Ceará (FJJ-CE). Além das competições e dos vários outros títulos que coleciona, André ministra seminários. “Hoje meu foco são as lutas e os seminários que faço fora do país. Os seminários são grandes aulas, onde vou para mostrar técnicas que uso em campeonatos”, comenta.

O ex-aluno mantém uma dieta rigorosa e faz uso de suplementos de proteínas, aminoácidos e vitaminas. “De manhã cedo, faço cooper; ao meio-dia, musculação. À noite, dou aula. Treino junto com os meus alunos. A dieta é rigorosa, não posso perder peso senão eu perco vantagem”, conta. André compete com lutadores de até 76kg.

“O jiu-jítsu desenvolve a parte cardiovascular, a defesa pessoal, o lado competitivo, a disciplina. É tão bom que levo meus dois filhos, o Ramon de 11 e o Renzo de 3 anos, à academia para irem se iniciando no esporte. Para quem não conhece, aconselho a fazer uma aula experimental. O jiu-jítsu é uma arte suave. É uma luta baseada em alavancas, chaves que exigem o mínimo de esforço para sair de uma situação de perigo. Sou graduado em kung-fu e karatê, mas o jiu-jítsu é que me encantou”, acrescenta.

Leia a edição completa do Unifor Notícias Nº 212

 

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