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Clínicas de conhecimento e assistência

Com valores simbólicos ou gratuitos, os serviços das clínicas odontológicas da Unifor amparam a população unindo Assistência Social e Promoção de Conhecimento

 

 

 

Criadas para oferecer campo de prática para alunos da graduação em Odontologia da Unifor, as clínicas odontológicas atendem de forma gratuita a população de Fortaleza, incluindo professores, funcionários e alunos da Universidade. Os atendimentos acontecem após triagem por ordem de chegada e é necessário que o paciente tenha interesse, procure os serviços e aceite ser atendido por um aluno da graduação. Os atendimentos ocorrem todos os dias da semana, de 7h às 17h, com exceção às segundas e quintas, quando os serviços são ofertados das 17h às 20h40. São duas clínicas odontológicas, uma multidisciplinar e outra integrada, divididas em 100 consultórios e funcionando diariamente no campus da Universidade. Os alunos do curso começam a atuar nas clínicas odontológicas desde o 4º semestre e suas horas de atividades práticas atendem obrigatoriedade de atividades curriculares dentro das disciplinas. “Paralelo a isso, existem os projetos de extensão que ampliam o universo do atendimento dentro do curso. Projeto de extensão é o aluno fora do horário de aula, ele procura esses projetos, que acontecem dentro e fora da Universidade, para justamente aumentar sua prática clínica”, explica o professor André Campos, coordenador do curso de Odontologia. Ainda de acordo com o professor, o diferencial do curso é oferecer cenário prático responsável por capacitar os alunos em diversas atividades, teóricas, práticas clínicas e laboratoriais, educativas e motivacionais, mediante a execução e aperfeiçoamento das práticas aprendidas em sala, aplicando conhecimento das áreas de odontopediatria e ortodontia. Entre os projetos de extensão que as clínicas oferecem está o Projeto Saliva Artificial, que é uma parceria com o Hospital Geral de Fortaleza e atende pacientes que sofreram tratamentos cirúrgicos que envolvem as glândulas salivares. Já o Projeto de Atendimento ao Paciente com Necessidade Especial (Panpe) atende crianças especiais na faixa etária de seis meses até onze anos com alterações físicas e sistêmicas, como paralisia cerebral, síndrome de down, transtorno do espectro autista, TDH, transplantadas ou cardiopatas. Gabriel Carvalho, aluno do 6º semestre, apesar de não fazer parte de nenhum dos projetos de extensão da Universidade, reconhece sua importância para os alunos e para a comunidade. “Nós buscamos uma abordagem mais humana do paciente, independente da condição financeira e do nível social que essa pessoa está inserida. Nós a tratamos do mesmo jeito”, explica o estudante. “A gente poder oferecer esse serviço gratuito aqui na Unifor para as pessoas que moram aqui perto no Dendê, principalmente, é muito gratificante. Oferecemos o serviço para eles, que se sentem muito felizes e acolhidos”, ressalta.

 

 

 

 

Projeto Mamãe Bebê

 

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O projeto Mamãe Bebê existe há cerca de quinze anos e possui comopúblico bebês de três meses a três anos, com problemas bucais ou não.A proposta é trabalhar tanto com a prevenção – a fim de orientar os paissobre os primeiros cuidados odontológicos da criança – quanto com otratamento, como cáries.

 

 

Para o aluno, a experiência é fundamental, pois propicia o contato como paciente recém-nascido – considerado pela coordenadora do projeto,Grace Sampaio, um paciente de risco – desde a graduação, sendo essaoportunidade essencial para o estudante por ser um procedimento maisdelicado e feito de forma diferente dos habituais. “A Universidade abre esseleque para eles”, afirma a coordenadora.

 

 

Com o objetivo também de disseminar o conhecimento sobre como prevenirquestões odontológicas futuras, além de orientar os pais sobre outrasquestões relacionadas, o projeto também instrui sobre problemas de sucção,de aleitamento, sobre dietas, entre outros cuidados com o bebê.

 

 

 

 

Ajuda na Autoestima

 

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Em funcionamento desde 2003, o projeto Prótese de Face funciona às quartas-feiras à tarde e possui como objetivo reabilitar pessoas portadoras de lesões na face, cabeça ou maxilar, em sua maioria sem nenhum custo. O propósito principal é resgatar e otimizar a autoestima dos pacientes, geralmente incitado por alguma doença em que houve a necessidade da remoção de algum órgão. “O projeto surgiu para a gente reabilitar essas pessoas e devolver a convivência social a elas”, explica a profª Fátima Teixeira, coordenadora do projeto. “Quando a gente faz a prótese, reabilita essa parte perdida, você vê a alegria, a satisfação da pessoa. A gente devolve algo imprescindível, que é a satisfação de viver”. Dentre os serviços realizados, estão próteses oculares (olho), nasais (nariz), auriculares (orelha), oculopalpebrais (olho e pálpebras) e faciais extensas que envolvem dois ou mais órgãos perdidos e a comunicação buco sinusal. São 10 alunos estagiários de preferência a partir do 9º semestre que realizam os procedimentos clínicos, no atendimento, e laboratoriais, na confecção das próteses. “No projeto a gente faz tudo”, completa a coordenadora. Além da participação dos alunos de Odontologia, também participam alunos do curso de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Psicologia, a fim de garantir tratamento completo e integrado. O projeto possui convênio com a Santa Casa da Misericórdia, Hospital Geral de Fortaleza, o Centro Regional Integrado de Oncologia, dentre outros.

 

 

 

 

 

 

 

EMMANUEL-DOS-SANTOS

 

“A Unifor oferece estrutura ótima. É gratificante esse atendimento, poder ver o retorno, pois os pacientes sempre agradecem. Me sinto grato por poder prestar esse serviço aos pacientes”.
 

Emmanuel dos Santos, aluno do 9º semestre de Odontologia Unifor

 

 

 

 

 

 

 

MARCIA-ADRIANA

 

“Vim para cá por um problema de estética. O tratamento daqui é ótimo. Já trouxe também os meus dois ‘pequenos’. É um tratamento que vale a pena, de primeira qualidade.”
 

Marcia Adriana, dona de casa

 

 

 

 

 

 

 

DENISE-MORAES

 

“A gente faz transformações que vão ajudar o paciente a sorrir e a sentir-se mais confiante. Alguns não têm acesso a outro serviço odontológico, e mesmo os que têm, continuam a buscar a Universidade porque confiam. Eles se sentem muito seguros quando estão sendo atendidos aqui”.

 

Denise Moraes, professora e coordenadora da Clínica Integrada III da Unifor

 

 

 

 

 

 

ROBERTO-DE-SOUSA

 

“Existem situações em que você ainda está aprendendo e precisa adquirir maior velocidade no relacionamento com o paciente. A gente fala ‘ganhar a mão’, que é conseguir fazer os procedimentos com mais velocidade, eficiência e praticidade. Cada aluno tem seu espaço e a capacidade de realizarmos procedimentos”.
 

Roberto de Sousa, aluno do 9º semestre de Odontologia

 

 

 

 

 

 

 

 

EDUARDO-GURGEL

 

“O aluno fica todos os dias aqui à tarde e vai começando a adquirir sua autonomia de trabalho. Essa é a importância da clínica integrada III: preparar o aluno para sair para o mercado. Aqui ele desenvolve autonomia e vai desenvolver toda a parte teórica que ele aprendeu em todos os outros semestres”.
 

Eduardo Gurgel, professor de Endodontia e do plantão de urgência da Clínica Integrada III

 

 

 

 

 

 

 

Saiba Mais!

As clínicas odontológicas ficam no Bloco O, dentro do campus da Unifor. Informações pelos telefones 3477-3211 e 3477-3052 Para o atendimento e a triagem, o paciente deve portar encaminhamento médico, documento de identidade e comprovante de residência. 


 


 
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